Foi a muito tempo atrás…

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Há quase uma década, as expectativas indicaram, pela última vez, uma inflação abaixo da meta de 4,5% estabelecida pelo governo.

No dia 4 de dezembro de 2009, a previsão era de 4,48% de inflação para o ano seguinte. A partir de então, as expectativas subiram ladeira acima.

Apesar de suas imperfeições, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o índice oficial de inflação utilizado pelo Banco Central para decidir sobre a taxa de juros.

Os dados divulgados nesta segunda-feira (13) no boletim Focus indicam que os analistas do mercado esperam inflação de 4,47% para este ano. Caso se confirme a previsão, seria a primeira vez em oito anos com inflação abaixo da meta.

PIB e juros Selic

Mais uma vez, houve um pequeno rebaixamento na expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 0,49% para 0,48% em 2017. Já para o ano que vem, a previsão de crescimento subiu de 2,25% para 2,3%.

As expectativas quanto à taxa de juros Selic se mantiveram estáveis em 9,50% e 9% para o final de 2017 e 2018, respectivamente.

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4 comentários sobre “Foi a muito tempo atrás…

  1. Rodolfo Oshiro 15 de fevereiro de 2017 / 11:14

    KB,

    quem diria …. eu nao apostaria nunca que estaríamos num cenario desses …. vamos ver se nao melhora um pouco por aqui … pq o deficit continua estratosférico ..

    Abs,

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    • KB Investimentos 15 de fevereiro de 2017 / 15:52

      Sim. Pela previsão oficial, o déficit em 2017 deve ser maior do que em 2015 e pouca coisa melhor do que 2016.
      Se o governo ajudasse com cortes de gastos efetivos, não precisaríamos de juros tão altos para controlar a inflação.

      Abs.

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  2. Investidor de Risco 14 de fevereiro de 2017 / 14:14

    Foi preciso uma crise sem precedentes para a inflação voltar a apontar para o centro da meta. Vamos ver se dessa vez os baixos níveis inflacionários se sustentam quando vier a recuperação econômica. O ponto positivo é que pela primeira vez em anos os índices de inflação não vem maquiados por intervenções governamentais como nos preços da gasolina, energia etc.

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    • KB Investimentos 14 de fevereiro de 2017 / 16:35

      IR,
      Concordo. É um grande mérito que, dessa vez, conseguimos derrubar a inflação sem represar os aumento de preços administrados como gasolina e energia elétrica. Sem dúvida, muito disso se deve à crise econômica.

      Abraço.

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